A arte de se concentrar: como manter o foco em tempos de distrações
Olá, gente! Nesse post vamos explorar, de forma clara e prática, o que realmente sustenta a capacidade de manter o foco em um mundo que disputa a...
Olá, gente! Nesse post vamos explorar, de forma clara e prática, o que realmente sustenta a capacidade de manter o foco em um mundo que disputa a...
Olá, gente! Nesse post vamos explorar, de forma clara e prática, o que realmente sustenta a capacidade de manter o foco em um mundo que disputa a nossa atenção o tempo todo. Vamos falar sobre como o cérebro funciona, o papel dos estímulos modernos, a influência da nutrição, do sono e até do ambiente na qualidade da nossa concentração. Vem ler! 💚
A concentração sempre foi um recurso valioso, mas nunca foi tão disputado quanto hoje. Vivemos em um cenário onde múltiplos estímulos competem pela nossa atenção a cada segundo. Notificações, mensagens, abas abertas, demandas inesperadas, conteúdos rápidos… Tudo isso sequestram o foco em poucos segundos. O cérebro humano, embora adaptável, não evoluiu na mesma velocidade que a tecnologia, e esse descompasso gera uma sobrecarga cognitiva que afeta produtividade, memória, criatividade e até o bem-estar emocional.
Para entender a arte da concentração, é preciso primeiro compreender como a atenção funciona!
O cérebro opera com sistemas distintos de foco:
Cada uma dessas funções depende de circuitos diferentes do córtex pré-frontal, uma região especialmente sensível ao estresse, ao cansaço, à falta de sono e ao excesso de estímulos.
A neurociência mostra que o foco é, em grande parte, um processo de “inibição”: o cérebro precisa ignorar milhares de estímulos para se fixar em um. A dificuldade atual não está em manter uma tarefa, mas em filtrar o que não importa. A cada quebra de atenção, seja uma notificação, uma troca de aba, uma checada rápida no celular, o cérebro passa por um processo chamado “custo de mudança”, que pode levar de 20 segundos a vários minutos para retornar ao nível anterior de concentração.
Esse acúmulo de microinterrupções faz com que uma tarefa simples pareça mais longa e desgastante do que deveria.
Outro fator é o ciclo de recompensa. O cérebro aprende rapidamente a buscar estímulos que liberam dopamina de forma fácil e previsível. Vídeos curtos, redes sociais, joguinhos e notificações criam esse ciclo de reforço imediato. Já tarefas profundas (estudo, escrita, leitura técnica, planejamento, trabalho estratégico) liberam dopamina de forma mais lenta. Em um ambiente com estímulos sedutores, o cérebro naturalmente tende a escolher a rota mais rápida. É por isso que “só dar uma olhadinha” vira meia hora perdida.
Mas o foco não é apenas neuroquímica, é também fisiologia. O cérebro consome uma quantidade enorme de energia. Ele precisa de:
Se algum desses elementos falha, a atenção é a primeira a se deteriorar.
O sono, por exemplo, é um dos pilares da concentração. Durante um sono profundo, ocorre a consolidação de memória, a limpeza de resíduos metabólicos por meio do sistema linfático e a restauração de neurotransmissores envolvidos na atenção. Noites curtas ou fragmentadas reduzem a capacidade do córtex pré-frontal de regular impulsos e manter foco. Não é à toa que, após uma semana de sono ruim, a atenção sustentada despenca, mesmo com café e força de vontade.
A alimentação entra como parte fundamental. Deficiências leves de vitaminas do complexo B, por exemplo, podem comprometer a produção de neurotransmissores e a eficiência energética do cérebro. Da mesma forma, níveis inadequados de ômega-3 prejudicam a comunicação sináptica, já que o DHA é um componente estrutural das membranas neuronais. O magnésio, especialmente na forma treonato, está envolvido em mecanismos de plasticidade cerebral, que influenciam diretamente o aprendizado e a capacidade de manter o foco ao longo do tempo. O multivitamínico pode ajudar a prevenir lacunas nutricionais comuns na correria diária, como reforço para quem tem maior demanda cognitiva ou rotina irregular.

O cérebro funciona de forma integrada. Quando ajuste de sono, atividade física regular, hidratação, exposição à luz natural e alimentação equilibrada trabalham em conjunto, os nutrientes fornecidos são utilizados com muito mais eficiência.
Outro ponto essencial na construção do foco é o ambiente. Estudos mostram que ambientes caóticos, barulhentos ou visualmente poluídos aumentam o nível basal de estresse e reduzem o desempenho cognitivo. O cérebro interpreta cada objeto fora do lugar como uma informação a ser processada. Por isso, ambientes mais limpos, claros e organizados facilitam a entrada em estados de atenção profunda. É a lógica da “carga cognitiva”: quanto menos o cérebro precisa filtrar, mais energia sobra para executar.
Técnicas de organização do trabalho também ajudam a contornar a natureza fragmentada da rotina moderna. Dividir o dia em blocos de foco profundo, alternando com breves intervalos, reduz a fadiga mental e mantém o cérebro engajado. A monotarefa (fazer apenas uma coisa por vez) aumenta o rendimento e reduz erros. E delimitar horários específicos para lidar com mensagens e notificações diminui a sensação de estar “sempre devendo respostas”.
Outro aspecto crucial é a gestão emocional. Estados de estresse constante desviam energia para sistemas de sobrevivência e diminuem a capacidade de raciocínio. O cérebro focado é, na verdade, um cérebro calmo. Técnicas simples, como respiração diafragmática, caminhadas curtas, alongamentos, pausas com luz natural e atividades de desaceleração, reduzem a atividade do sistema nervoso simpático e devolvem clareza mental.
A construção da concentração também envolve lidar com o desconforto inicial. As primeiras tentativas de mergulhar em tarefas profundas podem gerar inquietação, dispersão e um desejo automático de buscar estímulos rápidos. É exatamente nesses momentos que se fortalece o “músculo da atenção”. Com o tempo, o cérebro se acostuma ao ritmo mais lento e sustentado da concentração profunda, tornando esse estado não apenas possível, mas prazeroso.
O foco não é um estado contínuo, mas um ciclo. Haverá dias de alta performance e dias de dispersão. Em vez de encarar a concentração como uma luta contra distrações, vale enxergá-la como uma construção diária que envolve corpo, mente e ambiente. Cada pequeno ajuste, seja uma noite de sono melhor, uma refeição equilibrada, um suplemento estratégico, um ambiente mais organizado, uma pausa consciente, uma redução nas interrupções, pode colaborar para a criação de um território interno mais propício ao foco.
Em um mundo que disputa nossa atenção a todo momento, aprender a concentrar-se se transforma em uma habilidade estratégica. Não apenas para trabalhar melhor, mas para viver com mais presença, clareza e intenção. E esse processo começa quando entendemos que foco não é algo que “falta”, mas algo que se cultiva com ciência, consciência e constância.
Abraços e até o próximo post.
Nutri Lauton
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